Cenas da abordagem policial desastrosa que culminou na morte do menino João Roberto
No domingo, João voltava de uma festa com a mãe e o irmão, Vinícius, de nove meses. Às 19h30min, o cabo Elias da Costa Neto e um soldado, que não teve o nome divulgado, faziam patrulhamento na Rua Uruguai, quando avistaram quatro homens dentro de um Stilo preto em atitude suspeita. Quando o carro da PM se aproximou, o motorista acelerou. Em poucos minutos, os suspeitos entraram na Rua Espírito Santo Cardoso.
Alessandra estava a 50 metros do prédio onde mora, quando percebeu a viatura atrás em alta velocidade. Na frente do número 399, encostou o carro para dar passagem. Os policiais saíram, se posicionaram atrás e dispararam com fuzis e pistolas. Em depoimento, os militares afirmaram que o carro de Alessandra ficou no meio do fogo cruzado. Mas testemunhas afirmam que os policiais se confundiram. Uma dona de casa que mora na frente do local disse que Alessandra chegou até a jogar pela janela uma bolsa infantil, para chamar a atenção dos policiais.





















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